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Tão longe, mas ao mesmo tempo perto. Atravessar o oceano ficou mais fácil se a ponte for a moda. Com prints florais, tecidos luxuosos e o famoso quimono rompem as fronteiras entre Brasil-Japão por meio das referências do japonismo.

O movimento, que foi criado por estilistas japoneses nos anos 80 e encabeçado por Yohji Yamamoto, Rei Kawakubo e Issey Miyake, chegou para romper os padrões da época e colocar, pela primeira vez, as japonesas como referência para a indústria mundial da moda.

O período, antes marcado por tendências ultrafemininas e extravagantes, passou a ter nas ruas um estilo urbano, assexuado e com tecidos volumosos e a paleta de cores reduzida ao preto. Nasce, então, uma nova silhueta para  mulher: muito mais livre, fluida, basicamente preto e uma nova silhueta. A boa notícia? Desde então, o japonismo percorre o dia a dia com truques interessantes e propostas mais leves e menos conceituais.

Cris Ikeda – Foto por Ricardo Costa Luna

 

“No Japão os quimonos são usados tradicionalmente em cerimônias como casamentos. Ele é considerado uma arte, como se fosse um origami de tecido, amarrado ao corpo. No meu dia a dia, adoro usar o kimono como terceira peça, ele acrescenta estilo ao look, além de ser super confortável principalmente no outono inverno. Adoro compensar o tradicional com algo mais moderno, como uma botinha de cano curto” – Jornalista e apresentadora Cris Ikeda.

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