Muito glamour, visibilidade e desafio. Pela sexta vez, a Undertop,
marca brasileira da marca brasileiradiretora criativa Juliana Mansur, marcou presença no line-up oficial da New York Fashion Week. Com uma coleção que inspira o verão da mulher empoderada e globetrotter, pertinente ao seu DNA, a marca cruza o continente americano para levar à passarela uma moda cool, inclusiva e com propósito social. A jornada até lá, porém, não é tão fácil.

Em entrevista exclusiva para a “Z Magazine”, Juliana conta que assim que criou a marca, em 2016, bateu de porta em porta nas multimarcas da Big Apple para apresentá-la aos revendedores. Logo, conquistou seu lugar na conceituada Flyng Solo e, seis meses depois, estreou em uma das principais semanas de moda do calendário fashion.

Desafios

marca brasileiraApesar de ter participação ativa em território internacional, a diretora criativa tem o público brasileiro como principal foco em suas criações e aponta o desafio da divergência entre a nacionalidade dos telespectadores. “Em Nova York existem pessoas da indústria da moda do mundo todo. É importante ter sempre algo inovador, diferente, que não seja mais do mesmo, porém sem perder a identidade da marca”, conta Juliana.

Para ela, a principal dificuldade é entender toda a logística que envolve um evento desse porte. “O backstage também é sempre um desafio, lutamos contra o cronômetro pra as trocas de roupa. É muito fácil perder um look!”, adiciona. Contudo, após seis temporadas de experiência, cruzar as fronteiras e a passarela é o que a Undertop tem feito com maestria.

A coleção

Intitulada Babylonia, a linha de verão 2020, que cruzou as passarelas de Nova York possui tecidos que mixam texturas e traços geométricos em uma harmonia conceitual. Cada vez mais democrática, a marca inspirada em underwear traz também uma grade ampliada com numeração até o GG.

CRÉDITOS:
Fotógrafo: Andrea D’Andrea

Modelos: Vivi Orth, Cris Paladino e Ani Loli

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