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Por Consuelo Blocker

Entre os vários argumentos que temos discutido em todas as minhas mídias (blog, Instagram, Facebook e Snapchat) nos últimos tempos, tenho tentado transmitir meu lado porta-bandeira de “encontrar o teu próprio estilo.” Respeito muito mais quem tem um estilo, mesmo que eu não goste dele, como a Jenny Beavan (vencedora do Oscar para melhor figurino) do que alguém que não tem estilo nenhum. E isto é independente da pessoa ser bonita ou feia!

Estamos na era de Aquário como explica a nossa professora Luciene Felix Lamy: “Sim, Consu, estamos na famosa ‘Era de Aquário’. Isso significa que o ‘aguadeiro’ preside os próximos 2 mil anos, vertendo conhecimento, humanitarismo, rompendo fronteiras e abolindo padrões. Para quem entende de música, Aquário é uma 8ª superior de Gêmeos, ambos pertencentes ao elemento AR, a mente, que é o que nos separa das Bestas. A abrangência é vasta, imprevisível e irreversível.”

Romper padrões para mim significa liberdade. Liberdade de procurarmos e sermos nós mesmas! Quem sou eu para criticar outra blogueira? Lógico que tenho uma opinião, mas todo mundo não é igual. E enquanto quem me lê pode querer seguir a minha estética, outras não. Sempre uso o exemplo de minha mãe, Costanza Pascolato. Muitas pessoas a acham “a mulher mais elegante do Brasil”, mas quantas sairiam pelas ruas com um topete e óculos escuro?

Para mim o que foi importante da postura de Jenny Beavan nos Oscars é justamente a ruptura à banalidade e ao medo de não se sujeitar aos padrões. Ela não ficaria natural nem linda em um vestido de gala. Ela sabe disto. É o seu trabalho. Então ela foi à cerimônia dentro do seu estilo. Daí subentra algo bem British em querer chocar (no meu esnobismo adoro a frase “Épater la bourgeoisie” chocar a burguesia). Não deixa de ser um esnobismo bem sutil, e acho que muitos não entenderam. O protocolo neste caso toma segundo plano, pois são os ousados que mudam o mundo. Ou como dizia muito melhor Steve Jobs: “Essa vai para os loucos, os desajustados, os rebeldes, os desordeiros, os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que vêem as coisas de forma diferente – eles não gostam de regras. Você pode citá-los, discordar deles, glorificar-los ou caluniar-los, mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para frente, e enquanto alguns podem vê-los como loucos, nós vemos genialidade, porque aqueles que são loucos o suficiente para pensar que podem mudar o mundo, são os que o fazem”.

Nossa, me dá um nó na garganta toda vez! É por isso que admiro marcas como Dolce & Gabbana, Valentino, Gucci e Dries Van Noten que ignoram as tendências e vão pela sua estrada, e se posso ser sincera, o mundo da moda está entendendo isso e já está mudando junto com eles. Buscamos uma marca que nos represente e não uma tendência que nos defina. Vamos nessa pessoal! Vamos ser nós mesmos!

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