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Nascidos por volta de 1995 e 2010, a Geração Z, sucessora dos millennials, já representa 30% da população e deve crescer cada vez mais em importância e influência. Nativos digitais, são a primeira geração a ter um mundo conectado desde que nasceram. Chegaram há pouco ao mercado e já são formadores de opinião. Eles sensibilizam-se por pautas sociais e priorizam a transparência, abandonando os padrões inatingíveis. Ao consumir moda, os jovens segue seus valores e é influenciada pela tecnologia. No último mês, o Sebrae lançou um guia sobre as tendências de moda para a Geração Z e o caminho que as marcas devem seguir para se conectar com eles. Confira:

Responsabilidade social

Essa geração é bastante preocupada com o que consome. Completamente inserida no mundo digital, ela busca se informar sobre as marcas e seus modos de produção, buscando empresas socialmente responsáveis e que assumam compromissos com as mais diversas causas – como meio ambiente, trabalho escravo e questões de gênero.

Personalização

De acordo com o relatório do Sebrae, a geração Z também gosta de personalizar suas roupas e aproveitar peças encontradas em brechós para criar seu visual – reduzindo o ritmo do consumismo e trazendo à tona movimentos que repensam a produção em massa, como é o caso do slow fashion.

Em pesquisa da Digitale Têxtil, esses jovens acreditam em um estilo autêntico, inclusivo e com inspirações de pessoas reais. Coleções com roupas para todos os corpos estão entre as principais demandas, como a moda plus size e a tendência genderless.

Compras instantâneas

Por ser uma geração dinâmica e que a todo momento busca por novidades, o processo de compra não pode ser demorado. Para aproveitar os breves momentos de atenção desse público, é preciso facilitar: o Instagram, muito popular entre a geração Z, adaptou sua plataforma para permitir a inclusão de links sobre as imagens, que encaminham os usuários diretamente para a página de compras. Diversas marcas também já apostam na venda direta de seus produtos logo após o desfile de moda, por exemplo.

Consciência crítica

Entretanto, os centennials não buscam apenas reduzir seu consumo ou comprar apenas de marcas socialmente responsáveis. Eles também são muito críticos e podem “cancelar” marcas que fazem uso de causas apenas para lucrar. Os termos pink money e greenwashing, por exemplo, utilizados exaustivamente em críticas nas redes sociais, fazem referência a empresas e marcas que buscam atrair o público LGBTQI+ ou utilizam de causas ecológicas sem se importar de verdade com o tema.

Confira o relatório completo de tendências de moda para a Geração Z no site do SEBRAE.

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