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Nas passarelas, entre as celebridades e espalhados pelo street style, o resgate aos anos 90 trouxe uma nova tendência: os brincos de argola. Democráticas e versáteis, as grandes argolas voltaram a ser adotadas como acessório statement do look.

Na quarentena, são ótimas para enfeitar a produção básica em uma call, por exemplo! Para quem assistiu a live “One World Together at Home”, pode perceber que grande parte das celebridades apostaram no brinco, que também está presente nas participantes do BBB.

Poucos sabem, no entanto, que eles carregam uma longa história e um significado ainda maior. Os brincos surgiram há milhares de anos e já foram exclusivamente masculinos. Os mais antigos que os arqueólogos descobriram eram de 2500 aC, usados pelos sumérios. Em 1500 aC, no Egito, até os gatos – animal mais sagrado – eram adornados com brincos de argola de ouro. Júlio César transformou brincos em um símbolo de status durante seu reinado sobre Roma. Na era de ouro da pirataria, entre 1650 e 1730, os piratas usavam brincos para garantir um enterro adequado, e eles funcionavam como troféus: cada missão valia uma argola a mais nas orelhas.

Há ainda relatos de que primeira função dos brincos era espantar espíritos malignos. Entretanto, nem sempre o brinco foi usado tão livremente como nos dias de hoje. Na Ásia e no Oriente Médio, onde estão os primeiros registros, os brincos eram usados pela nobreza, para indicar uma posição social.

Como essa história pode ser traduzida para o cenário único que vivemos hoje? Comente com a gente pelo Insta da Z!

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