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Quando o estilo cruza com o gelo: a moda nas Olimpíadas de Inverno 2026

9 de fevereiro de 2026

#Destaque

By: Redação

Os Jogos Olímpicos de Inverno 2026, realizados entre Milão e Cortina d’Ampezzo, provaram mais uma vez que a moda é parte integrante do espetáculo esportivo, não apenas nos uniformes oficiais das equipes, mas também nos looks das cerimônias, nas apresentações das marcas e na presença de grandes maisons do fashion system internacional. Em uma edição das Olimpíadas em que o frio extremo dita necessidades técnicas, as grifes aproveitaram para transformar funcionalidade em estética, unindo performance, identidade cultural e design de alto impacto.

Uniformes que são desfiles tecnológicos

Uniforme Giorgio Armani Itália. Foto : Simone Ferraro e Giuseppe Giugliano /Coni / CP.

Tradicionalmente espaços de tecnologia e inovação, os uniformes oficiais dos atletas brasileiros e de outras delegações globais ganharam interpretações assinadas por nomes fortes da moda. Parcerias com grifes como Moncler, Ralph Lauren e outras casas de luxo fizeram dessa edição uma vitrine de performance fashion, peças que atendem às demandas de aquecimento, conforto e mobilidade, mas que também carregam assinaturas estéticas fortes, paletas marcantes e narrativas visuais alinhadas à identidade nacional de cada país nas Olimpíadas.

Moncler e o estilo alpino contemporâneo

A casa italiana Moncler, conhecida por sua expertise em roupas de frio, sobretudo jaquetas acolchoadas e peças técnicas, transformou o uniforme em declaração de estilo global. A abordagem da marca une tradição alpina com soluções contemporâneas, criando um visual que é tão apropriado para as pistas de esqui quanto para as fotos no tapete vermelho das cerimônias. Essa integração entre moda utilitária e estética sofisticada torna a presença da marca nos Jogos um dos pontos altos do design esportivo.

Ralph Lauren: tradição americana com glamour esportivo

Uniformes de Ralph Lauren para os Estados Unidos. Delegação dos Estados Unidos desfila com uniformes desenvolvidos pela Ralph Lauren. Foto: Piero Cruciati / AFP / CP.

Ao vestir a delegação dos Estados Unidos, Ralph Lauren reafirmou sua tradição de integrar moda e identidade nacional. Os looks exibidos no desfile de abertura trouxeram códigos clássicos da marca, como a alfaiataria impecável e a paleta patriótica, combinados com tecnologia têxtil de alta performance. O resultado foi um visual que dialoga entre o lifestyle esportivo e o luxo acessível, transformando os uniformes em peças desejáveis mesmo fora do contexto olímpico.

Moda de pista e estilo fora dos ringues

Além dos uniformes oficiais das Olimpíadas, a moda dos Jogos também apareceu no street style alpino. Influenciadores, celebridades e personalidades do mundo fashion que acompanharam o evento vestiram peças que misturaram funcionalidade térmica com estilo urbano, criando looks que respiram tanto a cultura das montanhas quanto tendências globais. Jaquetas com texturas inovadoras, botas robustas com design fashion e acessórios statement foram alguns dos destaques dos dias de competição.

Um palco de moda e performance

O que se viu em Milão-Cortina em 2026 é uma convergência clara entre moda, esporte e cultura. As grandes maisons aproveitam o contexto olímpico como plataforma global, não apenas para expor tecnologia aplicada à vestimenta de alta performance, mas também para contar histórias visuais fortes e conectar narrativas de identidade cultural, luxo e inovação.

Essa edição dos Jogos de Inverno mostrou que a moda não é apenas figurante em eventos esportivos, ela é protagonista, capaz de transformar uniformes e roupas técnicas em símbolos culturais e peças de desejo.

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TAGS:

esporte

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