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As tendências de moda que o novo O Diabo Veste Prada já está ditando

3 de abril de 2026

#Cultura de Moda

By: Redação

Antes mesmo da estreia oficial, o figurino de O Diabo Veste Prada 2 já cumpre seu papel histórico: transformar o cinema em passarela. Assim como o primeiro filme marcou uma geração, a sequência chega atualizando códigos fashion e antecipando tendências que prometem dominar 2026.

Sob o olhar da figurinista Molly Rogers, o styling aposta em uma mistura estratégica entre peças atemporais, referências vintage e leituras contemporâneas, criando uma estética que foge do imediatismo das tendências e aposta em longevidade.

Alfaiataria poderosa: o novo uniforme da moda

Se existe uma peça-chave no novo capítulo, ela é a alfaiataria. Blazers estruturados, calças de corte reto e conjuntos monocromáticos aparecem como base do guarda-roupa das personagens, especialmente de Miranda Priestly.

Foto: Reprodução Instagram.

Essa estética reforça um movimento já consolidado: o retorno do power dressing, agora com uma abordagem mais fluida e contemporânea. Nos trailers e aparições promocionais, os looks trazem cortes precisos, tecidos nobres e uma elegância que mistura autoridade e sofisticação.

Vintage e arquivos de moda: o passado como luxo

Outro destaque é a presença forte de peças vintage e de arquivo. O figurino aposta em marcas históricas e criações icônicas, reforçando a ideia de que o verdadeiro luxo está na curadoria, não na novidade.

Foto: Reprodução Instagram.

Essa escolha dialoga diretamente com o momento atual da moda, em que sustentabilidade e consumo consciente impulsionam o resgate de peças com história. No filme, esse mix entre passado e presente cria uma estética atemporal, que escapa da lógica acelerada das tendências.

Streetwear elevado: o casual ganha status fashion

Se Miranda representa o clássico, Andy Sachs traduz a evolução do estilo contemporâneo. Agora mais madura, sua personagem incorpora elementos de streetwear, mas com uma leitura sofisticada.

Foto: Reprodução Instagram.

Casacos oversized, botas statement e combinações mais descomplicadas mostram como o casual se tornou protagonista na moda atual. O resultado é um equilíbrio entre funcionalidade e estilo, refletindo o comportamento real do consumidor em 2026.

O retorno do glamour com atitude contemporânea

Vestidos elegantes, brilho pontual e referências à alta-costura também aparecem no novo filme, mas com uma abordagem mais controlada. O glamour continua presente, porém adaptado a uma estética atual, menos exagerada e mais estratégica.

Foto: Reprodução Instagram.

Essa mudança reflete o novo luxo: menos sobre ostentação e mais sobre intenção, qualidade e narrativa.

Moda sem tempo: a estética que atravessa tendências

Talvez o maior acerto do figurino seja justamente evitar o excesso de tendências passageiras. A proposta é criar looks que possam ser revisitados daqui a anos, assim como aconteceu com o filme original.

Ao apostar em peças clássicas, combinadas com elementos contemporâneos, o figurino constrói uma estética que não pertence apenas a 2026, mas a um conceito mais amplo de estilo.

Quando o cinema dita o que vestimos

Assim como em 2006, O Diabo Veste Prada volta a cumprir um papel essencial: traduzir a moda para o imaginário coletivo.

Mais do que acompanhar tendências, o filme ajuda a criá-las, mostrando que, entre passarelas, telas e ruas, a moda continua sendo uma das formas mais poderosas de expressão do nosso tempo.

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diabo veste prada

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