A moda brasileira volta a ocupar São Paulo em outubro com a 61ª edição do São Paulo Fashion Week (SPFW N61). Entre os dias 13 e 18 de outubro, a programação reúne 26 desfiles no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, e em outros espaços da cidade. A edição também integra as comemorações dos 30 anos do evento.
Entre as novidades estão as estreias de Ammi, comandada por Amanda Felisberto e conhecida pelo trabalho artesanal em crochê, e Hisha, que chega ao SPFW após sua estreia no Rio Fashion Week. A edição também marca o retorno da Ellus, depois de quase quatro anos afastada do calendário.
O line-up reúne diferentes gerações da moda brasileira, com nomes históricos e criadores que representam uma nova fase da produção nacional.
Line-up completo
13 de outubro
- 11h — Herchcovitch; Alexandre
- 18h — Forca
- 20h30 — Ellus
14 de outubro
- 11h — Marina Bitu
- 15h — À La Garçonne
- 19h — Martins
- 20h30 — Artemisi
15 de outubro
- 11h — Gustavo Silvestre
- 15h — Catarina Mina
- 17h — Sou de Algodão + Ronaldo Fraga
- 19h — Dario Mittmann
- 20h30 — João Pimenta
16 de outubro
- 12h — Lilly Sarti
- 15h — Santa Resistência
- 17h — Amir Slama
- 19h30 — Hisha
- 21h — Handred
17 de outubro
- 11h — Uó por Marcelo Sommer
- 15h — Aluf
- 17h — Normando
- 19h — Cria Costura
- 20h30 — Dendezeiro
18 de outubro
- 16h — Foz
- 18h — Ammi
- 20h — Apartamento 03
Além dos desfiles, o SPFW N61 terá uma novidade importante: parte da programação poderá ser acompanhada presencialmente pelo público. No Pavilhão das Culturas Brasileiras, os visitantes poderão circular por áreas de convivência, estandes, alimentação, exposições e, de acordo com a modalidade de ingresso, assistir aos desfiles.
A iniciativa amplia a relação entre a semana de moda e o público, transformando o SPFW não apenas em uma plataforma profissional, mas também em uma experiência cultural aberta a novos espectadores.
30 anos de história
O SPFW chega à sua 61ª edição em um momento simbólico. São 30 anos de história, mas o evento não parece interessado apenas em olhar para o passado.
Essa combinação de nomes no line-up é o principal ponto de interesse da N61: ver como a moda brasileira consegue preservar sua memória sem deixar de se reinventar.
E, em outubro, o Pacubra deverá funcionar justamente como esse ponto de encontro. Entre técnicas artesanais e novas linguagens, grandes nomes e estreantes, passarela e público, o SPFW N61 promete transformar os 30 anos de história em ponto de partida para pensar os próximos capítulos da moda brasileira.