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Brasil 2026: moda em expansão e atração de grandes nomes globais

19 de janeiro de 2026

#Cultura de Moda

By: Redação

Em 2026, o setor de moda brasileiro vive um momento de prosperidade e dinamismo, que vai além de tendências criativas e se reflete diretamente nos negócios, no varejo e na atração de marcas internacionais. Após um período de consolidação e crescimento nos últimos anos, hoje o Brasil é visto como mercado estratégico por gigantes globais que expandem operações físicas e digitais no país, um movimento que sinaliza confiança no potencial de consumo e no impacto cultural da moda nacional.

H&M expande e consolida presença local

Foto: ImageFX.

Um dos exemplos mais expressivos dessa tendência é a chegada e expansão da H&M. Após inaugurar sua primeira loja física no Shopping Iguatemi São Paulo em agosto de 2025, acompanhada do lançamento de sua plataforma de e-commerce no mercado brasileiro, a marca sueca avançou ainda mais em 2026, anunciando novas unidades em cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Sorocaba. As lojas prometem ampliar a oferta de moda acessível e estilosa, reforçando o compromisso da H&M com o consumidor brasileiro e sua confiança no crescimento do setor.

Além disso, a marca estuda abrir pontos no Nordeste, demonstrando que o interesse vai muito além dos grandes centros tradicionais e acompanha o desenvolvimento econômico e comercial de regiões com forte demanda por moda.

Bershka e Inditex aportam investimentos

Outro movimento marcante é o da Bershka, pertencente ao grupo espanhol Inditex, que prepara sua estreia no Brasil com uma loja de grande porte no Morumbi Shopping, em São Paulo, prevista para ainda no primeiro semestre de 2026. A operação incluirá não apenas o varejo físico, mas também uma plataforma online que permitirá às marcas do grupo — incluindo Massimo Dutti, conectar diretamente com consumidores brasileiros.

A chegada de marcas como a Bershka não só diversifica o mix de ofertas de moda no país como também intensifica a competição com players locais e internacionais já estabelecidos, estimulando maior dinamismo no varejo.

Brasil como mercado estratégico

Esse movimento ocorre em um contexto positivo para o setor. Pesquisas recentes apontam um crescimento significativo no consumo de moda por parte dos brasileiros: até o final de 2025, as famílias devem destinar um volume recorde de gastos ao vestuário, calçados e acessórios, mostrando que o setor não apenas se recuperou das turbulências da última década, mas está em fase de expansão sólida.

O ingresso de grandes redes com lojas físicas e operações omnichannel traduz o reconhecimento internacional do Brasil como mercado promissor, tanto em termos de demanda quanto de presença cultural da moda. Marcas que antes operavam apenas de forma digital ou através de importações começam a considerar o Brasil um ponto central em suas estratégias globais.

O retorno de marcas icônicas

Foto: Reprodução site Mango.

Embora algumas redes tenham saído do mercado brasileiro em anos anteriores, o novo cenário econômico e de consumo também cria oportunidades para retornos e reentradas de marcas que antes testaram estratégias locais, como o caso da espanhola Mango, que desde 2023 já oferecia suas coleções no Brasil por meio de plataformas parceiras como a Dafiti, sinalizando a retomada de interesse pela base de consumidores brasileiros.

O cenário da moda no Brasil em 2026 reflete mais do que uma onda passageira: é um sinal de fortalecimento econômico, diversificação de oferta e maior relevância no mapa global de moda. A chegada e expansão de marcas globais, aliadas ao crescimento do consumo local e à adaptação das operações para incluir e-commerce, mostram que o país deixou de ser apenas destino de tendências para se tornar um centro de negócios fashion estratégico.

Em suma, a moda brasileira segue ganhando espaço no radar mundial e em 2026 isso se traduz em lojas, investimentos e uma dinâmica de mercado que inspira confiança de marcas internacionais no longo prazo.

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