O segundo dia da Milan Fashion Week Outono/Inverno 2026, realizado ontem, 26, consolidou a cidade como um dos polos mais influentes do calendário fashion global. A programação trouxe desfiles de marcas icônicas como Prada, Max Mara, BOSS, Emporio Armani, Marni e Roberto Cavalli, em uma série de coleções que revelam tanto continuidade criativa quanto novas investidas estéticas para a estação fria com um toque de inventividade. Veja o que aconteceu no segundo dia em Milão.
Prada: elegância cifrada e modernidade estrutural
A Prada abriu o dia em grande estilo, apresentando uma coleção que reafirmou seu domínio sobre a alfaiataria moderna. Silhuetas estruturadas, materiais técnicos e cortes precisos cruzaram referências utilitárias com nuances sofisticadas, consolidando o visual urbano e funcional como tendência forte para o inverno 2026. Detalhes em cores sóbrias contrapostas a acentos ousados também ajudaram a criar uma narrativa visual que mistura tradição e contemporaneidade.
Max Mara: o luxo suave da elegância cotidiana
Já a Max Mara trouxe sua assinatura de elegância minimalista, com looks que privilegiaram linhas limpas, paletas neutras e sobreposições envolventes. A grife italiana reforçou seu compromisso com peças que combinam funcionalidade e luxo discreto, pensadas tanto para o cotidiano urbano quanto para ocasiões mais sofisticadas do inverno europeu.
BOSS: alfaiataria com força e fluidez
A apresentação da BOSS destacou um olhar mais fluido sobre a alfaiataria clássica, com peças em tecidos luxuosos que abandonam rigidezes para incorporar movimento e conforto. As coleções exploraram volumes precisos e texturas que conferem uma sensação de elegância prática, alinhando a identidade da marca à demanda por roupas que transitam entre o formal e o relaxado sem perder refinamento.
Emporio Armani: modernidade e impacto urbano
No desfile da Emporio Armani, o foco foi apresentar um estilo que mescla modernidade urbana e espírito elegante. Peças com cortes contemporâneos foram harmonizadas com acessórios pontuais e paleta marcante, reafirmando a postura da marca como símbolo de sofisticação pensada para o ritmo da vida metropolitana.
Marni: cores, contrastes e irreverência
A Marni mostrou novamente sua capacidade de reinterpretar o vestuário com criatividade e personalidade, apostando em combinações cromáticas ousadas, contrastes inesperados e mix de texturas. A coleção celebrou a individualidade estética, reforçando que o inverno não precisa ser monótono, podendo ser expressivo, artístico e cheio de atitude.
Roberto Cavalli: sensualidade e drama renovados
Fechando o segundo dia, Roberto Cavalli apresentou looks que revisitam a sensualidade como elemento central. A marca explorou tecidos fluidos, estampas marcantes e silhuetas que valorizam o corpo, criando um repertório de inverno com alma dramática, atitude e presença visual forte.
O segundo dia da Milan Fashion Week mostrou uma moda que respira identidade cultural, continuidade histórica e espírito contemporâneo. Em um mix de sofisticação, atitude urbana e criatividade, as casas apresentaram coleções que não apenas respondem ao clima do inverno, mas também conversam com um público global exigente: interessado em estilo, funcionalidade e expressão visual.