A moda, em busca de minimizar os impactos ambientais e reaproveitar soluções, se apoia no verde como aposta mais sustentável e viável. E depois de encontrar novos usos para o bagaço da laranja, a casca de abacaxi, da maçã e do coco, chegou a vez do couro de cacto conquistar um lugar ao sol dentro do universo dos tecidos.

Nessa linha, os jovens mexicanos Adrián Lopez Velarde e Marte Cázarez desenvolveram um material versátil, com aplicação tanto para a indústria automobilística, quanto na moda e decoração. Nasce, então, o couro de cacto, batizado de Desserto Pele.

A opção vegana, além de reduzir a poluição gerada pelo couro de animal, não necessita de água para crescer, além de não conter químicos tóxicos, PVC e de ftalatos, um aditivo que torna o plástico mais maleável. De acordo com os Adrián e Marte, o produto orgânico, flexível e parcialmente biodegradável, dura pelo menos 10 anos e é altamente respirável.  Já disponível no mercado para vendas para clientes de acordo com cor, espessura e textura desejadas, o “couro” de cacto é vendido por US$ 25 o metro, com 1,40 cm de largura e sem quantidade mínima.

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