A linha tênue que antes poderia separar a moda da arquitetra, hoje só reforça os laços que as conectam. Influenciadas uma pela outra, ambas partem do mesmo princípio: buscar suprir as necessidades essenciais de se vestir e de habitar. E as referência humanas e comportamentais ditam as regras para lançamento de tendências. Na Casa Cor SP e nos desfiles de alta-costura de inverno 2019 é possível notar o momento comum de apostas que chegam às casas e ao guarda-roupa. Veja!

Pop art

Lisandro Piloni idealizou o ambiente que recepcionava os visitantes, Foyer Bienvenue, com referências de pop art misturadas ao contemporâneo. Na mesma linha, Ronald van der Kemp traz um mix de cores que faz jus ao movimento dos anos 1950.

Minimalismo

A sofisticação minimalista do mix cinza e branco funcionou tanto na decor, quanto nas passarelas. A Casa Dendê Duratex, de Nildo José, traz sobriedade rústica e elementos leves, assim como a proposta de Armani Privé.

Oriental

Dois extremos de uma mesma referência: o universo oriental. O ambiente assinado ppor Michel Safatle, a Casa Pausa, foi inspirado no construtivismo de influência zen-oriental. Enquanto isso, Elie Saab traz gueixas ousadas e luxuosas.

Rosé poético

O Terraço Aurora, projetado por BC Arquitetos, quebra qualquer tabu sobre rosa na decoração, com uma pegada poética contemporânea e minimalista. O rosé deu as caras também no desfile de Giambattista Valli, que investiu em um ar mais dramático.

História em pauta

Repletos de referências, texturas e histórias, tanto o ambiente Sala Íntima, de Paulo Azevedo, quanto o vestido de Guo Pei, possibilitam um mergulho na história da arte. O espaço, com perfume da década de 70 e 80, se consolida em base clássica, assim como no desfile, que trouxe vestimentas renascentistas sem peso, rufos elisabetanos, vestidos dos anos 1950.

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